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JESUS - O SENHOR DOS SENHORES

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JESUS - O SENHOR DOS SENHORES

Texto: Daniel 3:12 ("Há uns homens judeus, os quais constituíste sobre os negócios da província de Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abednego; estes homens, ó rei, não fizeram caso de ti; a teus deuses não servem, nem adoram a estátua de ouro que levantaste.")

Tema: Senhor dos senhores

 

Introdução: Nabucodonosor  tinha o domínio familiar, domínio político, domínio econômico e, também, nações inteiras que lhe serviam como escravas. Faltava-lhe, porém, para se tornar um “senhor absoluto”, a certeza de que nenhum outro senhor estaria acima de suas ordens. Edificou, para tanto, uma estátua de sua própria imagem, de ouro, com sessenta côvados de altura por seis côvados de largura e exigiu que todo o mundo a adorasse como deus. Ao edificar essa estátua e exigir que todo o mundo se encurvasse diante dela, pretendia, então, certificar-se de que acima dele não havia nada mais (coisas, pessoas ou deuses), pois a estátua estaria significando uma figura divina, a qual haveria de submeter a todos os outros deuses adorados pelos povos existentes. Diante desta situação estavam Sadraque, Mesaque e Abdnego que se recusaram a adorar porque eles serviam ao Deus verdadeiro.

Diante da recusa dos três em adorar a imagem, após ameaças, Sadraque, Mesaque e Abednego foram, então, lançados na fornalha de fogo ardente. E Nabucodonosor viu que eles não estavam sozinhos. Havia um quarto ser que passeava com eles na fornalha ardente. Ao saírem intactos, Nabucodonosor, que se considerava soberano sobre a terra, foi forçado a admitir que havia acima dele um Deus que era supremo, acima de todos os outros deuses.

 

Desenvolvimento:O texto mostra Nabucodonosor como um tipo do senhorio terreno, mas não divino, que quer se apoderar do homem para roubar o lugar de Deus no seu coração.

O filho dos deuses - A figura do “filho dos deuses” que foi vista por Nabucodonosor, é tipo do Senhor Jesus, que, na condição de filho de Deus, se apresenta na terra para salvar da aflição, das mãos do inimigo e, por fim, da morte aqueles que não se dobram diante do reino deste mundo, antes preferindo aguardar na promessa de salvação estabelecida em concerto com Deus  por meio de sua palavra.

 

Conclusão:  Neste mundo, há muitos senhores, mas devemos reconhecer Jesus como aquele que é supremo e que tem domínio sobre todas as coisas, sobre a vida e sobre a morte. Ele é “Senhor dos senhores” e está sempre ao lado dos que nele confiam.

Neste mundo, há muitos senhores. Nós mesmos podemos, em alguma das acepções vistas, ser súditos ou senhores de coisas, família, empregados, política etc., mas devemos reconhecer aquele que é supremo e que não faz acepção de pessoas. Sejamos soberanos ou súditos, temos que saber que, de um modo ou de outro, todo o universo haverá de se submeter àquele que tem domínio sobre toda a criação, sobre a vida e sobre a morte. Devemos, portanto, colocar Nele a nossa confiança e jamais seremos desamparados, pois Ele é “Senhor dos senhores” e está sempre ao lado dos que nele confiam.